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Quais empresas estão investindo em suas próprias moedas virtuais?

Há cerca de 10 anos, surgia no mercado a primeira moeda virtual: o bitcoin. O pagamento criptografado e sem regulamento, logo foi visto como uma ameaça ao sistema financeiro. O que não impediu sua expansão.

Os recursos tecnológicos de uma criptomoeda permitem aos usuários transações rápidas e mais baratas do que as oferecidas pelos prestadores tradicionais desse serviço e, por isso, a moeda virtual sempre foi vista como um possível substituto aos bancos e operadoras de cartões de créditos e remessas internacionais.

 

O QUE SÃO MOEDAS VIRTUAIS

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Criptomoedas são moedas digitais que se utilizam de criptografia para garantir a segurança em transações realizadas pela internet. Da mesma forma que a moeda tradicional é produzida com números de série e listras invisíveis que evitam sua falsificação, a moeda virtual utiliza códigos muito difíceis de serem hackeados. É uma moeda descentralizada, utilizando o sistema blockchain, o que significa que as transações são realizadas de pessoa para pessoa, sem a necessidade de um terceiro (um banco, por exemplo) o que implica em taxas quase inexistentes e facilidade nas transações que podem ser realizadas de qualquer lugar do mundo. As criptomoedas funcionam como qualquer outra moeda, podendo ser utilizadas para a compra de produtos e serviços, sem limite mínimo ou máximo de utilização. As criptomoedas mais conceituadas atualmente são:

  • Bitcoin
  • Litecoin
  • Terracoin
  • Peercoin
  • Namecoin
  • Primecoin
  • Zcash
  • Ethereum
  • Feathercoin

Atualmente, algumas empresas ao redor do mundo já aceitam a moeda como forma de pagamento e, outras, já planejam lançar seu próprio dinheiro.  Por exemplo:

 

FACEBOOK

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No início de 2018, Mark Zuckerberg demonstrou o seu interesse em lançar sua própria moeda virtual, a FBCoin. De acordo com post divulgado pelo empresário “as criptomoedas são ferramentas importantes para impedir a proliferação dos discursos de ódio que afetam as redes sociais (…) isso vai retirar o poder dos sistemas centralizados e devolvê-lo às pessoas”.  A moeda deve ser lançada ainda em 2018 e possui um potencial imenso, levando em consideração que servirá de intermédio, com custo quase zero, para as transações entre os mais de dois bilhões de usuários da mídia social.

 

TELEGRAM

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De acordo com informações divulgadas não oficialmente, o fundador do aplicativo de mensagens, Pavel Durov, estaria empenhado em transformar o aplicativo em um sistema de pagamentos, por meio da criação de uma moeda própria. Já na primeira semana desse ano, a empresa anunciou que tem a intenção de captar cerca de US$ 500 milhões com uma Initial Coin Offering (ICO), que é basicamente um processo de emissão de moedas, parecido com a abertura de um capital, que serviria para financiar o desenvolvimento do sistema de blockchain, usada para transações e validação de valores. No dia 25 de janeiro, as encomendas para a moeda já totalizavam mais de U$1,2 bilhão. Denominada Gram, Durov tem a intenção de atender aos 170 milhões de usuários do aplicativo que poderão trocar, além de mensagens, valores.

 

TOKYO MITSUBISHI

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No início do ano, o Banco de Tokyo-Mitsubishi anunciou que também deverá lançar sua primeira moeda virtual, ainda no primeiro semestre de 2018. Ainda, a instituição que é o maior banco do Japão e o quinto mundialmente falando, com ativos que chegam a U$2,59 trilhões, têm planos de lançar uma bolsa de valores que irá negociar a moeda até o final do ano.

Além de legalizar a moeda em 2017, o governo japonês espera que nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, a criptomoedas já esteja em circulação, na mesma amplitude que o Iene (moeda oficial do país). Alguns comércios japoneses já aceitam a moeda como forma de pagamento e nos principais centros financeiros do país, existem caixas automáticos específicos para operações com criptomoedas, inclusive convertendo-a para outras moedas. No entanto, o uso da moeda virtual continua restrito. A intenção da Tokyo Mitsubishi é exatamente alterar esse cenário, tornando a moeda algo que faça parte da massa, do cotidiano dos japoneses. A princípio, a moeda deverá ser distribuída entre alguns dos mais de 100 mil funcionários do banco, podendo ser utilizada em transações internas e futuramente, a intenção é que ocupe o mesmo lugar do Iene e do Dólar em transações da bolsa de valores que será lançada pela instituição.

 

KODAK

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No inicio do ano, uma das maiores empresas de fotografia do mundo também anunciou a criação de uma moeda virtual. A Kodak anunciou o lançamento da KodakCoin, uma criptomoeda que deverá ser utilizada para facilitar a negociação dos direitos de imagem entre editores e fotógrafos, pois, de acordo com a empresa, dessa forma os profissionais poderão receber imediatamente por meio das moedas, o pagamento pelo licenciamento das imagens. A moeda utilizará a tecnologia blockchain, que realiza as transações por meio de criptografia, o mesmo sistema utilizado pelo Bitcoin. Após o anúncio, as ações da empresa triplicaram, passando de US$3,13 para US$10,70, em apenas três dias.

 

GARRETT CAMP (UBER)

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O aplicativo de transporte mais utilizado no mundo pode trazer, logo mais, outra grande novidade. O co-fundador do aplicativo, Garret Camp, está planejando o lançamento de sua própria criptomoeda, a Eco. Apesar de já ter um nome, o projeto ainda está em sua fase inicial e não há data para seu lançamento, já que muitos especialistas ainda estão se juntado ao projeto, entre eles, cientistas e pesquisadores. Ainda assim, alguns sites especulam que os testes devem ser iniciados ainda neste ano.

A grande diferença da moeda desenvolvida por Camp será seu processo de mineração. Diferente das moedas já existentes que produzem a moeda por meio de “competição” entre os computadores, consumindo muita energia, a Eco deve utilizar um processo de mineração, que elimine a competição entre os computadores, minimizando o consumo de energia.

 

TOKYO OTAKU MODE

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Uma proposta um pouco diferente das demais, mas nem por isso, menos interessante. A loja Tokyo Otaku Mode, surgiu há algumas semanas com a ideia de criar uma moeda virtual especialmente para Otakus. Nomeada de Otaku Coin, ela seria minerada enquanto os fãs assistem a episódios de animes, trailers, escrevem críticas, entre outras atividades e seria aceita na compra de produtos relacionados ao mundo dos animes, em convenções do gênero ou doadas a estúdios de animação para apoiar criadores de conteúdo, por exemplo.

O projeto ainda está na fase inicial, em busca de parceiros e investidores que avaliem o interesse do público na moeda e que, se possível, contribuam para a criação da mesma, desde seu design até os melhores jogos para juntar a moeda.  A empresa afirma ainda que, mesmo que ela esteja à frente do projeto, a intenção é que a manutenção da moeda seja feita pela própria comunidade, em open source. A empresa pretende, ainda, encerrar essa fase ainda no primeiro semestre de 2018, mesmo que não tenha confirmado que a Otaku Coin realmente irá sair do papel.

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